
Sou uma pessoa curiosa por natureza. Cresci em uma família de leitores, cercada por livros, histórias e assuntos muito diferentes. Acho que vem daí boa parte da minha vontade de observar, fazer perguntas e entender por que as pessoas pensam, escolhem e percebem as coisas como percebem.
Sou estrategista de comunicação mas minha trajetória também foi pouco óbvia. Passei alguns anos no mundo corporativo, trabalhando com logística, projetos e equipes em empresas como IBM, Ambev e DHL. Depois, fui empreender, transformei a fotografia em profissão e vivi dela por cinco anos, até a comunicação ocupar definitivamente o centro do meu trabalho.
Hoje, tudo isso se encontra na forma como observo uma marca. Gosto de entender o que existe por trás do serviço, como aquela profissional pensa, quais critérios orientam suas escolhas e o que ainda não está conseguindo aparecer para quem chega até ela.
Meu trabalho é organizar essa matéria-prima em uma comunicação com direção: posicionamento, mensagens, linguagem, conteúdo e os diferentes pontos de contato em que alguém começa a formar uma percepção sobre uma profissional.
Acredito que uma marca fica mais interessante quando consegue carregar a pessoa que existe por trás dela. Sua forma de pensar, seu repertório, suas escolhas, suas experiências e até aquilo que aprendeu em lugares que pareciam não ter relação nenhuma com o trabalho que faz hoje. É essa particularidade que procuro preservar quando construo uma estratégia.